quinta-feira, 29 de outubro de 2009
sexta-feira, 2 de outubro de 2009

O Homem Elefante, David Lynch (1980).
Eu estou até agora tentando desfazer o nó que ficou na minha garganta depois que eu assisti esse filme.
Não sei, mas tenho a impressão de que filmes em preto e branco têm uma tensão que não me deixa nem piscar enquanto eles estão passando.
Na cena em que ele e a Mrs. Kendal recitam Romeu e Julieta e depois disso ela fala "O senhor não é o homem elefante. O senhor é Romeu!", eu juro que me segurei muito pra não chorar.
O filme tem uma ultraviolência que, incrivelmente, me incomodou. Não sou o tipo de pessoa que se choca facilmente e até tenho preferência por filmes fortes, mas esse me fez quebrar a cara.
Inesquecível, não tenho mais o que dizer. O nó continua aqui.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Jovem invisível finalmente é vista.
por: Dino da Silva Sauro.
Na manhã do dia 28 de setembro, pessoas se surpreenderam com a revelação de uma jovem chamada Vanessa (19), pois perceberam que ela existia. A existência de Vanessa havia sido ignorada até então, mas nessa manhã todos os olhares fitaram a jovem brasiliense que parou no meio da rua segurando um balão vermelho.
Pesquisas indicam a possibilidade de uma cegueira que todos os moradores adquiriram há 19 anos atrás, na qual a única pessoa que não podia ser vista era Vanessa. Por possuir um "alvo" a cegueira passou despercebida e todos seguiam suas vidas tranquilamente.
A jovem foi levada para fazer exames e seria liberada depois, mas os médicos aprofundaram as pesquisas sobre a vida da moça e descobriram que ela possui problemas psicológicos, timidez extrema, transtorno bipolar e desvios sexuais.
Vanessa passou toda a sua vida em um pequeno apartamento com vista para o metrô e gastava suas tardes imaginando como seria o mundo lá fora. O dia escolhido para "conhecer o mundo" foi hoje. A única declaração da moça saiu com a voz sem força. Maria, que estava no local, disse "ela falou algo sobre o balão ter poderes mágicos". Assim, a existência de problemas psicológicos ficou evidente.
Vanessa foi levada ao manicômio onde ficará por tempo indeterminado. Logo após sua saída, os moradores seguiram como se nada tivesse acontecido, pois é segunda-feira e todos têm mais o que fazer.
Na manhã do dia 28 de setembro, pessoas se surpreenderam com a revelação de uma jovem chamada Vanessa (19), pois perceberam que ela existia. A existência de Vanessa havia sido ignorada até então, mas nessa manhã todos os olhares fitaram a jovem brasiliense que parou no meio da rua segurando um balão vermelho.
Pesquisas indicam a possibilidade de uma cegueira que todos os moradores adquiriram há 19 anos atrás, na qual a única pessoa que não podia ser vista era Vanessa. Por possuir um "alvo" a cegueira passou despercebida e todos seguiam suas vidas tranquilamente.
A jovem foi levada para fazer exames e seria liberada depois, mas os médicos aprofundaram as pesquisas sobre a vida da moça e descobriram que ela possui problemas psicológicos, timidez extrema, transtorno bipolar e desvios sexuais.
Vanessa passou toda a sua vida em um pequeno apartamento com vista para o metrô e gastava suas tardes imaginando como seria o mundo lá fora. O dia escolhido para "conhecer o mundo" foi hoje. A única declaração da moça saiu com a voz sem força. Maria, que estava no local, disse "ela falou algo sobre o balão ter poderes mágicos". Assim, a existência de problemas psicológicos ficou evidente.
Vanessa foi levada ao manicômio onde ficará por tempo indeterminado. Logo após sua saída, os moradores seguiram como se nada tivesse acontecido, pois é segunda-feira e todos têm mais o que fazer.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
domingo, 20 de setembro de 2009
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
I am the lizard king. I can do anything.
Ontem assisti The Doors, filme do Oliver Stone (1991).Li várias críticas, descobri que tem muita coisa que nunca aconteceu e que ele colocou no filme e, realmente, o filme ficou muito "mundo das drogas", meio forçado pra esse lado e isso deixou um pouco monótono.
Compensou ficar até 3h da madrugada assistindo por dois motivos. O primeiro é o Val Kilmer que ficou idêntico ao Jim Morrison. Eu ficava olhando pra TV não acreditando que era possível alguém ficar tão igual. A aparência e o jeito de falar. Perfeito.
O segundo motivo é uma coisa que eu tenho desde pequena, quando eu vi pela primeira vez uma foto do Jim Morrison no violão da minha irmã. É algo extremamente bizarro unido com a sensação de que eu já o conhecia, mesmo nem sabendo que ele era um astro do rock ou o Rei Lagarto.
Passei boa parte da pré-adolescência ouvindo The Doors
e foi a única banda que me fez ter a paciência de ouvir uma música de mais de 10 minutos. Ouvir inteira e prestando atenção em cada som.
É tipo sagrado. Todas as músicas são. Só ouço quando vou realmente prestar atenção e sentir.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
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